10 ferramentas certas para você controlar atividades remotas

Conheça soluções valiosas e saiba como escolher as ferramentas certas para organizar e melhorar atividades remotas na sua empresa. Leia mais!

Por Assinafy 20 de Abril de 2026 - Atualizado em 20 de Abril de 2026 8 min. de leitura
Mulher jovem e sorridente com cabelo curto em uma videochamada no laptop. Ela gesticula com a mão, veste blazer preto e está sentada em um escritório moderno com uma grande janela ao fundo.

Engana-se quem pensa que ferramentas para controle de atividades remotas em empresas são apenas aquelas que permitem chats internos ou gestão de tarefas: existem pelo menos 10 opções de soluções interessantes para diferentes tipos de negócios.

E elas ajudam tanto na organização de demandas quanto no cumprimento de prazos, na integração de setores e até no fechamento de negócios ou no onboarding e desligamento simplificados de funcionários, por exemplo!

Você conhece a lista de opções adiante. Em seguida, se quiser, acompanha orientações para escolher a melhor agora e esclarece dúvidas comuns sobre o tema.

10 melhores ferramentas para controle de atividades remotas em empresas

Gestores, líderes e desenvolvedores de empresas, assim como RH, o jurídico, o financeiro e os colaboradores no geral, podem e devem se unir para identificar necessidades e pesquisar soluções capazes de ajudar no controle de atividades remotas.

O ideal é, aos poucos, a instituição conseguir combinar o uso de duas ou mais ferramentas, mas dá para começar com uma escolha central e ir agregando outras no futuro.

Pensando nisso, primeiro, explore as alternativas mais valiosas da atualidade e, depois, tome sua decisão.

1. Ferramentas de gestão de tarefas e projetos

Servem para a organização do fluxo de trabalho em etapas, mostrando a todos os envolvidos num projeto ou numa área exatamente o que precisa ser feito, quem é responsável e quais são os prazos.

Permitem acompanhar múltiplas demandas de forma simples e sem dependência de planilhas “soltas”.

Exemplos: Trello, Asana, Monday, Basecamp

2. Ferramentas de comunicação interna

Centralizam mensagens, chamadas e trocas de informações em um único ambiente, através de chats, chamadas de vídeo e/ou mensagens instantâneas. Flexibilizam a rotina e permitem alinhamentos em tempo real.

Exemplos: Slack, Microsoft Teams, Google Chat, Discord

3. Ferramentas para armazenamento e compartilhamento de arquivos

São as soluções que reúnem documentos em um só lugar, facilitando o acesso e o controle de versões e reduzindo as chances de dois ou mais profissionais trabalharem com arquivos incorretos ou inconsistentes.

Também evitam a geração de versões duplicadas dos mesmos documentos e facilitam a localização de informações importantes no dia a dia.

Podem ou não ter outros recursos, como o de assinaturas eletrônicas e o de rastreabilidade.

Exemplos simples: Google Drive, Dropbox, OneDrive

4. Ferramentas de gestão de documentos

Vão além do armazenamento e compartilhamento de arquivos e são usadas para a construção completa de um workflow de aprovação de documentos.

Elas não só garantem a organização e o acesso de registros importantes, como mantém manter um histórico rastreável de tudo o que acontece em cada arquivo, então, considere-as uma evolução das ferramentas mencionadas no tópico anterior.

Exemplos: DocuWare, SharePoint

Estas soluções também podem ou não contar com funcionalidades como a de assinaturas eletrônicas.

5. Plataformas de assinatura eletrônica

Além de permitirem a pessoas internas e clientes assinarem documentos importantes à distância e com validade jurídica, plataformas de assinatura eletrônica também garantem rastreabilidade, autenticidade e integridade das informações registradas, reduzindo riscos jurídicos e operacionais.

Elas mudam, para melhor, a realidade de instituições que lidam diariamente com contratos, aprovações, formalizações, contratações e/ou desligamentos, até porque eliminam etapas manuais, reduzem o tempo de fechamento de processos e evitam perdas ou extravios de documentos importantes. Aprenda como usá-las em outro artigo deste blog!

Exemplo: Assinafy

6. Ferramentas para controle de tempo e produtividade

São plataformas ou sistemas que ajudam a empresa a entender como o tempo da equipe está sendo utilizado.

Elas registram a quantidade de minutos, horas ou dias dedicados, por cada colaborador, a tarefas e projetos e, com essas informações, fica mais fácil ajustar prazos, redistribuir demandas e identificar sobrecargas.

Além disso, expõem dados reais de produtividade, que apoiam decisões mais estratégicas.

Exemplos: Toggl, Clockify

7. Soluções de controle de jornada e ponto digital

Complementam o uso de ferramentas de controle de tempo e produtividade (ou vice-versa), pois, em vez de focar na análise de desempenho e na distribuição de tarefas, têm como principal objetivo registrar formalmente os horários de trabalho dos colaboradores.

São essenciais para empresas que precisam garantir conformidade com a legislação trabalhista e cujos colaboradores trabalham remotamente ou de forma híbrida.

Muitas dessas plataformas também permitem acompanhar ausências, atrasos e banco de horas, trazendo mais previsibilidade para a gestão e mais segurança jurídica para a empresa.

Exemplos: Coalize, Pontomais, Tangerino

8. Sistemas de gestão (ERPs)

Reúnem dados operacionais, financeiros e administrativos em um só lugar, facilitando a visão que os gestores têm do negócio como um todo e evitando desencontros e retrabalhos.

Podem ser específicos para o setor da organização ou mais simples e generalizados. Em ambos os casos, centralizam informações estratégicas, aumentam a confiabilidade dos dados e permitem uma tomada de decisão mais rápida e baseada em indicadores reais da operação.

Exemplos: SAP, Totvs, Inovar Sistemas

9. Geradores de relatórios e dashboards

Reúnem as informações da empresa em painéis visuais atualizados em tempo real, assim, aceleram a análise de desempenho e tornam mais objetiva a identificação tanto de riscos quanto de pontos de melhorias individuais e coletivos.

Podem ser plataformas de avaliações de RH, de business intelligence (BI), financeiro ou operações, que transformam dados em informações visuais para análise mais rápida.

Exemplos: Power BI, Google Looker Studio, Hub de Avaliações da Chawork (para RH)

10. Ferramentas de suporte e acesso remoto

Permitem que equipes técnicas acessem dispositivos à distância para resolver problemas, atualizar sistemas ou dar suporte sem deslocamento físico.

São especialmente úteis para empresas que contam com times de TI distribuídos ou que precisam garantir a continuidade das operações mesmo sem presença presencial, reduzindo o tempo de resposta a incidentes e evitando interrupções prolongadas.

Além disso, contribuem para a manutenção preventiva de sistemas e equipamentos, aumentando a estabilidade da operação como um todo.

Exemplos: TeamViewer, AnyDesk

Como escolher uma ferramenta para controle de atividades remotas?

A escolha de uma ou mais soluções digitais para empresas em que prevalecem projetos à distância depende dos seguintes fatores:

  • Nível de complexidade da operação
  • Volume de tarefas e projetos simultâneos
  • Principais dificuldades enfrentadas no dia a dia
  • Necessidades identificadas interna e externamente
  • Nível de maturidade digital da empresa
  • Perspectivas de integrações
  • Exigências legais e de compliance
  • Facilidade de uso
  • Escalabilidade
  • Custo-benefício

A orientação básica, na maioria das vezes, é o investimento em digitalização começar com a implementação de ferramentas de gestão de tarefas e de comunicação e, com o passar do tempo, combiná-las a alternativas focadas no controle de tempo, na geração de dashboards e na automação e integração de processos entre diferentes sistemas.

Plataformas de assinaturas e gestão de documentos aparecem à parte, pois sempre valem a pena, independentemente do porte ou setor da organização, afinal, formalizações fazem parte de qualquer operação, e garantir agilidade, segurança jurídica e rastreabilidade nesses processos impacta diretamente a eficiência e a credibilidade do negócio.

E o melhor é quando essas soluções podem se integrar ao sistema de gestão, como acontece no caso de APIs de assinatura eletrônica!

Vale a pena integrar ERP e plataforma de assinatura eletrônica?

Com certeza! Ao conectar essas duas ferramentas, a geração, o envio, os registros e o armazenamento de documentos essenciais para o dia a dia da empresa acontecem de forma automatizada, sem interrupções ou ações manuais.

A integração, portanto, reduz erros, gastos e acelera processos importantes ou até negociações que podem fazer toda a diferença no final de cada mês!

Como integrar ERP e assinatura eletrônica com validade jurídica?

  1. Implemente uma API de assinatura eletrônica adequada ao seu negócio
  2. Gere os documentos automaticamente dentro do ERP da empresa
  3. Certifique-se de que o documento seja enviado para assinatura via API
  4. Acompanhe a movimentação dos signatários em tempo real
  5. Receba o aviso de arquivo assinado, já de volta ao
  6. Se precisar, acesse o histórico de cada documento: todas as etapas, do recebimento à assinatura, ficam registradas com data, hora, IP e evidências de autenticação
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